A Audi celebra o momento de sua dupla de pilotos na Fórmula 1. Allan McNish, diretor de corridas da equipe alemã, afirmou que Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg formam uma combinação equilibrada entre juventude e experiência, algo que a montadora considera fundamental neste início de projeto na categoria. As declarações foram dadas à emissora britânica Sky Sports durante o GP da Hungria.
Segundo McNish, os dois pilotos vivem momentos completamente distintos de carreira, mas isso tem gerado uma parceria produtiva dentro do time. Enquanto Bortoleto disputa sua primeira temporada na F1, Hülkenberg acumula bagagem de mais de uma década na categoria. Assim como quem busca entretenimento variado em plataformas como o coquetel de frutas jogo, a Audi tenta equilibrar diferentes elementos para construir uma fórmula vencedora, misturando a energia do novato com a maturidade do veterano alemão.
Companheirismo pode mudar com resultados
McNish foi direto ao afirmar que o ambiente harmonioso entre os pilotos tende a se transformar caso a Audi passe a brigar por posições de destaque, incluindo pódios. "Temos os dois extremos: Gabriel está começando a carreira na Fórmula 1, enquanto Nico já passou por praticamente todas as situações possíveis. No momento, eles trabalham muito bem juntos e apoiam um ao outro nessa jornada", disse o dirigente, citando um evento recente da equipe onde notou um clima descontraído entre os dois.
O diretor de corridas, no entanto, fez questão de ponderar que essa relação amistosa não deve ser tomada como garantida para o futuro. "Tenho certeza de que essa descontração pode mudar quando estivermos disputando pódios. Mas isso faz parte do futuro. Hoje, temos um equilíbrio perfeito na dupla de pilotos, reunindo juventude, experiência e muita energia", completou McNish, reconhecendo que a competição interna costuma se intensificar quando há resultados relevantes em jogo.
Confiabilidade ainda preocupa a equipe
Apesar do otimismo com a relação entre os pilotos, McNish reconheceu que a Audi enfrenta um desafio técnico mais urgente: a confiabilidade do carro. O problema afetou principalmente Hülkenberg nas últimas etapas do calendário. "Obviamente, precisamos resolver alguns problemas de confiabilidade que apareceram nas duas últimas corridas. Basta lembrar o que ocorreu com Nico em Silverstone, onde ele enfrentou dificuldades, e também da classificação em Spa. Esse é, fundamentalmente, o principal ponto que precisamos corrigir", concluiu o diretor de corridas.
A fala resume o momento da Audi na F1: uma equipe que ainda está construindo sua estrutura competitiva, mas que já enxerga na dupla de pilotos um ativo importante para os próximos passos do projeto. Resolver as falhas mecânicas, no entanto, segue sendo prioridade antes que a briga por posições mais altas se torne uma realidade constante no pelotão.